Ferramenta clínica

Calculadora de cálculo urinário

Conteúdo revisado em setembro de 2026. Próxima revisão prevista para setembro de 2027, ou antes, se houver atualização relevante das diretrizes de referência. Responsável técnico: Dr. Rafael Grunewald, CRM 201112 | RQE 124579.

Cole o laudo da tomografia ou preencha os campos. A ferramenta identifica o tamanho, o lado, o local e as demais informações do cálculo, desenha um esquema correspondente e explica a chance de ele sair sozinho, em quanto tempo, quais tratamentos existem e como investigar para evitar que volte.

Leia antes de usar

Esta é uma ferramenta de apoio à informação, não um diagnóstico e não uma indicação de tratamento. Ela organiza dados de estudos populacionais para ajudar você a entender o seu caso e a conversar melhor na consulta. Ela não conhece a sua história, seus exames de sangue, seus medicamentos, suas cirurgias anteriores nem o seu exame físico.

Nenhum resultado desta página deve ser usado para decidir sozinho o que fazer, nem para adiar uma consulta, nem para interromper ou iniciar qualquer medicamento por conta própria. Cálculo urinário é uma condição em que a espera errada custa função renal.

Procure um urologista para avaliar o seu caso. Se houver febre, calafrio, dor que não passa com analgésico, vômitos que impedem beber água, pouca urina ou sangramento importante, vá imediatamente a um pronto-socorro, sem usar esta página.

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Em milímetros. Se o laudo trouxe em centímetros, multiplique por 10. Exemplo: 0,7 cm equivale a 7 mm.

Cálice e pelve ficam dentro do rim. Ureter é o canal que sai do rim em direção à bexiga. Cálice superior não é o mesmo que ureter proximal, e essa é a confusão mais comum.

Aparece no laudo como UH ou unidades Hounsfield. Deixe vazio se não constar.

Hidronefrose é o inchaço do rim que acontece quando a urina não consegue descer e fica represada. O laudo costuma descrever o grau como leve, moderada ou acentuada.

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Pare agora.

Procure um pronto-socorro com urgência

Risco elevado de complicações. O que você marcou retira o seu caso da situação comum para a qual esta calculadora foi feita, e por isso ela foi interrompida.

    Nesta situação não existe conduta de espera. Estimativa de eliminação espontânea, terapia medicamentosa expulsiva e prazo de observação não se aplicam, e por isso não foram exibidos. A prioridade deixa de ser o tratamento do cálculo e passa a ser desobstruir a via urinária e estabilizar o quadro.

    Vá a um pronto-socorro agora. Não aguarde para ver se melhora, não tome medicamento por conta própria, não marque consulta para depois e não use esta página para decidir nada.

    O que você vai ler abaixo são estimativas de estudos populacionais, não uma previsão sobre você. São números médios de grupos de pacientes, e não substituem a avaliação de um urologista, que considera o conjunto do seu caso antes de indicar qualquer conduta.

    Agora O que fazer com este cálculo

    Onde está o cálculoEsquema do trato urinário e chance de eliminação espontânea

    Remédio para ajudar a sairTerapia expulsiva (alfabloqueador): quando ajuda e quando não
    AcompanhamentoSe a opção for observar, o que precisa ser feito enquanto isso
    Opções de tratamentoO que costuma ser considerado para este cálculo

    Depois que resolver Evitar que volte

    Como investigar o cálculoPara reduzir a chance de formar outro

    O próximo passo é uma consulta

    Duas pessoas com o mesmo cálculo, do mesmo tamanho e no mesmo lugar, podem precisar de condutas completamente diferentes. Idade, função renal, episódios anteriores, uso de anticoagulante, profissão e preferência pessoal mudam a decisão.

    Leve o seu laudo e converse com um urologista antes de definir qualquer coisa.

    Agendar avaliação
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    GlossárioO que significam os termos usados nesta página

    Anatomia

    TermoO que é
    UreterO canal que leva a urina do rim até a bexiga. Tem cerca de 25 a 30 cm e é estreito, por isso o cálculo costuma ficar preso nele.
    CáliceAs pequenas cavidades dentro do rim onde a urina se acumula antes de descer. Existem cálices superiores, médios e inferiores.
    Pelve renal, ou bacineteA cavidade maior dentro do rim, onde toda a urina se junta antes de entrar no ureter.
    Junção ureteropiélica (JUP)O ponto onde o rim termina e o ureter começa. É um estreitamento natural onde o cálculo pode travar.
    Junção ureterovesical (JUV)O ponto onde o ureter entra na bexiga. É o trecho mais estreito de todo o trajeto, e o último obstáculo antes de o cálculo sair.
    Terço proximal, médio e distalDivisões do ureter: proximal é a parte de cima, perto do rim; distal é a parte de baixo, perto da bexiga.

    Achados do exame

    TermoO que é
    HidronefroseInchaço do rim porque a urina não consegue descer e fica represada. Descrita como leve, moderada ou acentuada.
    Densidade, ou unidades Hounsfield (UH)O quanto o cálculo é duro e compacto na tomografia. Quanto maior o número, mais resistente ele tende a ser a tratamentos que dependem de quebrá-lo.
    Cálculo impactadoCálculo que ficou preso na parede do canal, em vez de apenas parado dentro dele. Costuma ser mais difícil de sair sozinho.
    Carga litiásicaA quantidade total de cálculo em um rim, somando as medidas de todos os cálculos daquele lado.

    Tratamentos

    NomeO que é
    Ureterolitotripsia (URS)Um aparelho fino entra pela uretra, sobe pelo canal e quebra o cálculo com laser. Sem cortes por fora. Usada para cálculo no ureter.
    Ureteroscopia flexível (RIRS)Mesma ideia, com um aparelho que dobra e alcança o interior do rim. Usada para cálculo dentro do rim.
    Ondas de choque (LECO)Ondas aplicadas de fora do corpo quebram o cálculo sem nada entrar. Os pedaços saem depois pela urina.
    Cirurgia percutânea (PCNL)Um pequeno furo nas costas dá acesso direto ao rim. É a mais invasiva, e a que mais resolve de uma vez só.
    AlfabloqueadorTipo de remédio que relaxa a musculatura do canal urinário. É a mesma classe usada para sintomas de próstata aumentada.
    Uso off-labelUsar um remédio para uma finalidade diferente da que está na bula. É comum e permitido na medicina, mas indica que aquela indicação não passou por aprovação formal.

    Como os estudos funcionam

    TermoO que é
    Ensaio randomizadoEstudo em que os pacientes são sorteados para receber um tratamento ou outro. O sorteio evita que os grupos fiquem diferentes por acaso ou por escolha do médico.
    PlaceboUm comprimido sem efeito, idêntico ao remédio de verdade, usado para comparação. Serve para separar o efeito real do remédio da melhora que aconteceria de qualquer forma.
    Duplo-cegoNem o paciente nem o médico sabem quem recebeu o remédio de verdade. Isso evita que a expectativa de qualquer um dos dois influencie o resultado.
    DesfechoO resultado que o estudo se propôs a medir. Por exemplo: se o cálculo saiu, em quanto tempo, ou quanto analgésico foi usado.
    MetanáliseEstudo que junta os resultados de vários estudos menores para chegar a uma conclusão mais sólida do que cada um isoladamente.
    DiretrizDocumento produzido por sociedades médicas que resume o que a literatura recomenda. É atualizado periodicamente conforme surgem novos estudos.
    Estudo observacionalEstudo que apenas acompanha o que aconteceu com os pacientes, sem sortear tratamentos. É mais fácil de fazer, mas menos confiável que o ensaio randomizado.

    Investigação depois

    TermoO que é
    Urina de 24 horasColeta de toda a urina produzida ao longo de um dia inteiro, para medir as substâncias que favorecem a formação de cálculos.
    Oxalato, citrato, cálcio, ácido úricoSubstâncias medidas na urina. Algumas favorecem a formação de cálculos, e o citrato é justamente o que ajuda a impedir que eles se formem.
    Composição do cálculoDe que material o cálculo é feito. Os tipos mais comuns são oxalato de cálcio, fosfato de cálcio, ácido úrico, estruvita (ligado a infecção) e cistina (doença genética). Cada um tem prevenção diferente.
    Esta ferramenta pode errarLimitações concretas que você precisa conhecer

    Não é uma ressalva de praxe. São limitações concretas, e você precisa conhecê-las para interpretar o que leu acima.

    • A leitura do laudo é por reconhecimento de padrões de texto, e falha. Ela pode pegar a medida de um cisto em vez da do cálculo, trocar o lado quando o laudo cita os dois rins, ou não reconhecer uma localização escrita de forma incomum. Confira sempre os campos preenchidos contra o laudo original.
    • As probabilidades são médias de grupos, não previsão individual. Um paciente com 70% de chance estimada pode não eliminar, e um com 20% pode eliminar. O número descreve o que aconteceu com centenas de pessoas parecidas, não o que vai acontecer com você.
    • Os dados de origem são antigos e observacionais. A tabela de eliminação por tamanho vem de um estudo de 2002, com tomógrafos e critérios daquela época. Não são ensaios clínicos randomizados.
    • O tamanho medido na tomografia tem variação. A medida muda conforme o plano usado, a espessura do corte e o observador. Um cálculo relatado como 5 mm pode ter 4 ou 6, e isso desloca a estimativa.
    • Faltam variáveis que importam muito. A ferramenta não sabe se o cálculo está impactado, há quanto tempo, qual a sua função renal, se há anomalia anatômica, se você já operou o trato urinário, quais medicamentos usa, nem o que o seu exame físico mostra.
    • A ferramenta nunca soma cálculos, mesmo quando há vários. Ela sempre avalia um único cálculo por vez. Quando o laudo colado descreve mais de um cálculo, a leitura automática não preenche nenhum campo sozinha — o risco de misturar o tamanho de um cálculo com a localização de outro é real, e um resultado errado pode passar despercebido. Nesse caso, a ferramenta pede para preencher os campos manualmente, com esta prioridade: o cálculo do ureter, se houver algum; sem nenhum no ureter, o maior cálculo dentro do rim. O resultado vale só para o cálculo preenchido, e a presença de outros — no ureter ou no rim — pode mudar completamente a conduta.
    • Diretrizes mudam. As recomendações de EAU e AUA são revisadas periodicamente, e esta página pode estar defasada em relação à versão vigente.
    • O grau de hidronefrose, o inchaço do rim, não entra em nenhuma conta aqui. Ele serve apenas para desenhar o esquema de forma fiel ao laudo. Não altera a estimativa de o cálculo sair, não muda nada sobre o remédio e não define urgência sozinho. O que aquele grau significa no seu caso depende de avaliação médica.
    • Densidade em UH não determina a composição. Ela apenas sugere. A confirmação exige análise do cálculo eliminado ou tomografia de dupla energia.

    Se algo aqui contradiz o que o seu médico disse, o seu médico tem a informação que esta página não tem. Leve a dúvida para ele em vez de assumir que a calculadora está certa.

    ReferênciasDiretrizes e estudos que embasam cada número desta página

    A lógica desta ferramenta foi construída a partir das fontes abaixo. Diretrizes são atualizadas periodicamente, então confira sempre a versão vigente.

    Diretrizes

    • European Association of Urology. EAU Guidelines on Urolithiasis. Atualização anual. Disponível em uroweb.org/guidelines/urolithiasis. O algoritmo de tratamento indica, para cálculo ureteral acima de 10 mm, ureterolitotripsia como primeira opção e litotripsia extracorpórea como segunda, sem braço de terapia expulsiva. A recomendação de alfabloqueador é dirigida a cálculos ureterais distais acima de 5 mm.
    • American Urological Association / Endourological Society. Surgical Management of Stones Guideline, versão de 2026, que substitui a de 2016. Recomenda fortemente terapia expulsiva com alfabloqueador por 30 dias para cálculos ureterais distais de até 10 mm, e de forma condicional para ureter médio e proximal. Não estende a recomendação acima de 10 mm.
    • Assimos D, Krambeck A, Miller NL, et al. Surgical Management of Stones: American Urological Association / Endourological Society Guideline. J Urol. 2016;196(4):1153-1160. Versão anterior, superada pela de 2026.
    • Pearle MS, Goldfarb DS, Assimos DG, et al. Medical management of kidney stones: AUA guideline. J Urol. 2014;192(2):316-324. (com emendas posteriores)
    • Sociedade Brasileira de Urologia. Diretrizes de litíase urinária.

    Eliminação espontânea, por tamanho e localização

    • Coll DM, Varanelli MJ, Smith RC. Relationship of spontaneous passage of ureteral calculi to stone size and location as revealed by unenhanced helical CT. AJR Am J Roentgenol. 2002;178(1):101-103. Base das taxas por faixa de tamanho e do gradiente proximal para distal.
    • Yallappa S, Amer T, Jones P, et al. Natural History of Conservatively Managed Ureteral Stones: Analysis of 6600 Patients. J Endourol. 2018;32(5):371-379. Série de 6.600 pacientes: eliminação em torno de 62% para cálculos a partir de 5 mm, com tempo médio de cerca de 17 dias.
    • Bargagli M, Scoglio M, Howles SA, Fuster DG. Kidney stone disease: risk factors, pathophysiology and management. Nat Rev Nephrol. 2025;21(11):794-808.

    Tempo até a eliminação e janela de observação

    • Miller OF, Kane CJ. Time to stone passage for observed ureteral calculi: a guide for patient education. J Urol. 1999;162(3 Pt 1):688-690. Origem das medianas por faixa de tamanho.
    • Teichman JM. Acute Renal Colic from Ureteral Calculus. N Engl J Med. 2004;350(7):684-693. Origem dos dados de que cerca de dois terços das eliminações ocorrem em até 4 semanas, de que a taxa de complicação em cálculos ainda sintomáticos após 4 semanas é de cerca de 20%, e de que cálculo não eliminado em 1 a 2 meses dificilmente passa com observação continuada.

    Terapia médica expulsiva, desfecho de eliminação

    • Ye Z, Zeng G, Yang H, et al. Efficacy and Safety of Tamsulosin in Medical Expulsive Therapy for Distal Ureteral Stones with Renal Colic: A Multicenter, Randomized, Double-blind, Placebo-controlled Trial. Eur Urol. 2018;73(3):385-391. Benefício de eliminação restrito a cálculos distais acima de 5 mm, sem efeito nos de até 5 mm.
    • Pickard R, Starr K, MacLennan G, et al. Medical expulsive therapy in adults with ureteric colic: a multicentre, randomised, placebo-controlled trial (SUSPEND). Lancet. 2015;386(9991):341-349.
    • Meltzer AC, Burrows PK, Wolfson AB, et al. Effect of Tamsulosin on Passage of Symptomatic Ureteral Stones: A Randomized Clinical Trial. JAMA Intern Med. 2018;178(8):1051-1057. Ensaio STONE. População com diâmetro médio de 3,8 mm, sem diferença no desfecho primário nem nos secundários.
    • Cui Y, Chen J, Zeng F, et al. Tamsulosin as a Medical Expulsive Therapy for Ureteral Stones: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. J Urol. 2019;201(5):950-955. 56 ensaios, 9.395 pacientes: benefício em cálculos maiores que 5 mm, sem benefício abaixo disso.
    • Campschroer T, Zhu X, Vernooij RWM, Lock MTWT. Alpha-blockers as medical expulsive therapy for ureteral stones. Cochrane Database Syst Rev. 2018;4:CD008509. Efeito mais pronunciado na faixa de 6 a 10 mm.
    • Hollingsworth JM, Canales BK, Rogers MAM, et al. Alpha blockers for treatment of ureteric stones: systematic review and meta-analysis. BMJ. 2016;355:i6112.

    Alfabloqueador e controle da dor

    Desfecho distinto do de eliminação, com evidência mais limitada e sem recomendação formal de diretriz para essa indicação isolada.

    • Ye Z, et al. Eur Urol. 2018;73(3):385-391. Nos desfechos secundários, menor consumo de analgésico e alívio significativo da cólica renal em relação ao placebo.
    • Ensaio randomizado em pronto-socorro comparando morfina isolada com morfina associada a tansulosina, com menor intensidade de dor em quatro e seis horas e redução do uso de narcótico. Anesth Pain Med. 2023.
    • Meltzer AC, et al. JAMA Intern Med. 2018. Contraponto: em população predominantemente de cálculos pequenos, nenhum desfecho secundário diferiu do placebo.
    • Kumar S, Jayant K, Agrawal MM, et al., e revisões correlatas sobre silodosina versus tansulosina, que descrevem menor número de episódios de dor com silodosina, com evidência de baixa qualidade. PLoS One. 2018;13(8):e0203035.

    Cálculo renal grande e ureteroscopia flexível com aspiração contínua

    Os limiares de tratamento por tamanho para cálculo renal (10 mm e 20 mm) seguem a lógica já usada pela EAU para cálculo único.

    • European Association of Urology. EAU Guidelines on Urolithiasis. Recomenda PCNL como tratamento de primeira linha para cálculos renais acima de 2 cm, e ureteroscopia flexível ou litotripsia extracorpórea como alternativa quando PCNL não é uma opção.
    • Cheng M, et al. The Prime Time for Flexible Ureteroscopy for Large Renal Stones Is Coming: Is Percutaneous Nephrolithotomy No Longer Needed? Rev narrativa. Panorama do uso crescente de RIRS com bainha de acesso com aspiração e laser de alta potência mesmo em cálculos acima de 2 cm.
    • Estudo prospectivo randomizado comparando RIRS com bainha de acesso vacuum-assisted (FV-UAS) versus nefrolitotripsia percutânea minimamente invasiva para cálculos renais grandes. Sci Rep. 2025. Resultados comparáveis de taxa de resolução, com menor trauma e recuperação mais rápida no grupo FV-UAS.
    • Estudo de mundo real comparando ureteroscopia flexível digital de uso único com bainha vacuum-assisted (FV-UAS) versus PCNL para cálculos de 2 a 3 cm do trato urinário superior. 2025.
    • Estudo de protocolo do ensaio FLAME: ureteroscopia flexível com bainha de aspiração navegável (FANS) versus mini-PCNL para cálculos de polo inferior de 1 a 2 cm, ensaio internacional multicêntrico de não inferioridade em andamento.

    Nota de honestidade: a ureteroscopia flexível com bainha de aspiração contínua e laser de alta potência é uma técnica em ascensão, com estudos favoráveis publicados principalmente a partir de 2025, mas ainda não é a recomendação formal de primeira linha das diretrizes internacionais para cálculos acima de 2 cm, que continuam indicando PCNL nesse cenário.

    Densidade em unidades Hounsfield

    • Motley G, Dalrymple N, Keesling C, Fischer J, Harmon W. Hounsfield unit density in the determination of urinary stone composition. Urology. 2001;58(2):170-173.
    • Perks AE, Schuler TD, Lee J, et al. Stone attenuation and skin-to-stone distance on computed tomography predicts for stone fragmentation by shock wave lithotripsy. Urology. 2008;72(4):765-769.
    • El-Nahas AR, El-Assmy AM, Mansour O, Sheir KZ. A prospective multivariate analysis of factors predicting stone disintegration by extracorporeal shock wave lithotripsy. Eur Urol. 2007;51(6):1688-1693.

    As citações acima indicam a origem dos parâmetros usados. A adaptação para os intervalos e classificações apresentados nesta página é de responsabilidade do autor e não foi validada prospectivamente em uma população brasileira.